sexta-feira, 16 de agosto de 2019

6ª JORNADA DE AGROECOLOGIA DA BAHIA, 2019

Amigxs, na Cabeceira do Rio Utinga, Território do Povo Payaya, no município de Utinga na Bahia, acontecerá a 6ª Jornada de Agroecologia da Bahia, vocês estão super-convidadxs a participar.
Leiam abaixo algumas orientações!

Saudações indígenas Payaya!
Ademario Ribeiro Payaya.






Companheiros e Companheiras,

Neste ano de 2019, será realizada uma nova Jornada da Teia dos Povos que irá acontecer em um território indígena na Chapada Diamantina-Ba. A conjuntura política do país reforça a importância da realização deste encontro como forma de fortalecer a solidariedade e a ação conjunta entre movimentos, povos e comunidades. Será um espaço de celebração e união, capaz de conectar sociedade, natureza e ancestralidade em um único espaço, reunindo vários elos de resistência e luta. Nessa perspectiva, a Teia dos Povos convoca os Elos e Núcleos de Base com algumas orientações para organizar e mobilizar nossos coletivos, no intuito de fortalecer e garantir a nossa VI Jornada de Agroecologia da Bahia nas Terras Payaya.
1. Sobre os alojamentos:

Na Jornada haverá área para camping direcionada as caravanas participantes, assim, será necessário que cada caravana oriente sua base sobre a necessidade de levar: barracas para camping, itens de higiene pessoal, colchonete, rede, lençol, prato, talheres, copo.
2. Sobre as cozinhas:

Haverá espaços para montar as cozinhas, assim, é necessário que cada caravana garanta sua estrutura de cozinha (fogão, botijão, panelas/tachos, alimentação).
3. Sobre a Alimentação:

Pedimos aos elos/Núcleos de Base, para se responsabilizarem pela alimentação de seu coletivo, especialmente para quem tem uma alimentação restrita. Pedimos que os Elos e NBs garantam produtos da terra: hortaliças, frutas, verduras, polpas, aipim, farinha, feijão…entre outros.
4. Sobre a Feira dos Povos:

A Feira agroecológica do Povo é um importante espaço sócio cultural, onde há trocas de saberes e fazeres. É um espaço de interação entre os povos que preservam a diversidade da cultura popular e alimentar. Portanto, é necessário que tod@s tragam artesanatos, sementes, alimentos, roupa artesanal…. É preciso que os interessados se inscrevam na plataforma da Teia dos Povos (disponível no site de inscrição) para participarem da feira.
5. Sobre a apresentação de pôster:

Haverá uma equipe do científico e pedagógico que antes e durante a Jornada estará orientando e acompanhando as submissões de trabalhos. As propostas devem ser encaminhadas para jornadautinga@gmail.com.
6. Sobre as oficinas: 

Convidamos os Elos e NBs a proporem Oficinas para serem realizadas durante a Jornada. Sabemos que nosso povo possui muito conhecimento sobre plantas medicinais, artesanatos, práticas agroecológicas, produção de alimentos (doces, geléias…), produção de cosméticos naturais… etc. Assim, convidamos aqueles e aquelas que desejarem facilitar uma oficina a entrarem em contato conosco, para compartilharem o conhecimento com o nosso povo durante VI Jornada.
7. Sobre as comissões de trabalho:
Cozinha e Limpeza

Limpeza: Durante os cinco dias, é importante que os espaços estejam limpos e organizados, para isso é necessário que todos os participantes se mobilizem e cuidem do espaço. 
Cozinha: As cozinhas serão organizadas por região, cada Elo e Núcleo de Base se organizarão e montarão a estrutura de cozinha com outras caravanas de acordo a região que atua. É importante que cada caravana venha com sua equipe de cozinha já montada para facilitar no processo organizativo.
Disciplina e segurança

A segurança é autogestionada, por isso, é importante que cada NB traga pessoas que possam colaborar na segurança e disciplina dos espaços coletivos.
Saúde
Durante a Jornada é importante que a medicina popular esteja articulada com o setor de saúde, este, terá o papel responsável de organizar as dimensões do cuidado no dia a dia da Jornada, envolvendo a saúde preventiva com práticas tradicionais como os fitoterápicos e o uso de plantas medicinais, nesse sentido é importante que as caravanas venham com algumas pessoas ligadas a esse perfil para assumir essa tarefa.
Mística/Cultural

Cada dia será apresentada uma mística antes de iniciar as atividades. Haverão durante as atividades intervenções culturais e ao final do dia teremos apresentações artísticas das diversas regiões. Cada Elo e Núcleo de Base terá espaço para apresentar as místicas, rituais e culturas de suas regiões. Por isso, é importante que tragam: materiais de ornamentação (tecidos, bordados, flores naturais, plantas, esteiras, balaios, cestos, peneiras, artesanatos em geral), os símbolos de luta que representam os territórios/Movimentos (Bandeiras, estandartes, maracás, sementes…), instrumentos musicais (tambor, pandeiros, violão…) e muita animação.
Terreiro Lúdico

Durante os dias da Jornada haverá atividades pedagógicas voltadas para as crianças participantes do evento. As atividades trabalharão a identidade, educação agroecológica, o lúdico como mecanismo de valorização dos saberes popular, utilizando arte, brincadeiras e músicas voltados para o Tema: Terra, Território, Águas e Ancestralidade: Tecendo o Bem Viver. Para tanto, as atividades necessitam ser conduzidas por pessoas que já atuam com crianças de maneira pedagógica. Permitindo assim que as crianças participem como seres protagonistas junto a seus pais e demais participantes na Jornada de Agroecologia.
*Atenção: É importante que as caravanas que estão distantes da Chapada Diamantina, saiam de suas regiões ou estado, um ou dois dias antes do início das atividades, para que possam organizar com antecedência e participar de toda programação da jornada. 
*As inscrições estarão disponíveis no site: teiadospovos.com.br
Estamos à disposição e desejamos que os espaços de Pré-Jornada sejam animadores e fortaleçam as caravanas rumo a VI Jornada de Agroecologia da Bahia!

Um forte abraço!
Equipe do Pedagógico – Teia dos Povos
 MAIORES INFORMAÇÕES:
E-mail: teiadospovos.livre@gmail.com
TELEFONES PARA CONTATOS: Solange Brito (73) 98116 – 3894,
Juvenal Payaya (71) 98885-8815, 
Deysiane Ferreira (73) 98133-1032,


sexta-feira, 29 de março de 2019

Universidade para Todos - (UPT) - UNEB

Pré-vestibular Universidade para Todos aprova 893 estudantes na Uneb

O pré-vestibular Universidade para Todos (UPT), da Secretaria da Educação do Estado,
contribuiu para a aprovação de 893 alunos no vestibular 2019 da Universidade do Estado
da Bahia (Uneb), uma das quatro instituições estaduais de Ensino Superior parceiras do
programa. Entre os aprovados, por conta da ampliação do sistema de cotas, estão 43 
quilombolas e seis indígenas. Outros 3.153 foram classificados e muitos ainda podem ser
convocados pela Uneb nas próximas chamadas para a matrícula. Desde 2007, o UPT já
colaborou para o ingresso de mais de 18 mil estudantes no ensino superior.
A indígena Amaranta Almeida da Poncada, da Aldeia Boca da Mata, em Porto Seguro, é
uma das aprovadas e vai cursar Enfermagem. “Vou realizar um dos maiores sonhos da
minha vida, que é fazer um curso que trará um retorno muito importante para a minha 
comunidade. Minha intenção é me tornar enfermeira para ajudar o meu povo”, afirma. 
A estudante conta também que a oportunidade de fazer o UPT foi decisiva. “O curso
contribuiu muito para que eu passasse na Uneb. Tinha dificuldades na área de exatas,
que foram destravadas no curso. As aulas e os professores eram ótimos. Estou muito
feliz com esta vitória”. 
A coordenadora do UPT na Secretaria da Educação do Estado, Patrícia Machado, ressalta
que as universidades estaduais parceiras – Uneb, Uefs, Uesb e Uesc – estão, atualmente,
fazendo o levantamento dos estudantes aprovados nos vestibulares. “Passamos o ano de
2018 voltados para esse foco, com aulas regulares de segunda a sexta-feira; fizemos aulões,
revisão e tivemos orientação vocacional para mostrar aos estudantes o perfil de profissional
que o mercado hoje deseja e os cursos que temos em cada uma das universidades para que
eles tivessem esse conhecimento no momento de fazer a opção, seja no SISU ou no vestibular
tradicional”, explica. 

A importância do UPT é também comentada pela coordenadora do programa na Uneb, Simone
Wanderley. “Mais uma vez, a Uneb prova que a universidade é um espaço para todos. Esse
resultado reforça o alcance social do projeto e reafirma o seu principal compromisso que é
democratizar o acesso ao ensino superior”.
Sobre o UPT 
O Universidade para Todos é uma ação voltada ao fortalecimento da política de acesso à educação
superior, direcionada a estudantes concluintes e egressos do ensino médio da rede pública estadual.
Em 2018, foram disponibilizadas 14 mil vagas em cerca de 176 municípios da Bahia, com 237 locais
 de funcionamento. 
O curso é presencial, com carga horária de 20 horas semanais e aulas das disciplinas Português,
Redação, Matemática, Física, Química, Biologia, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol),
História e Geografia. O objetivo é consolidar e aprofundar conhecimentos adquiridos pelos alunos,
preparando-os para os processos seletivos de ingresso ao ensino superior. Além das aulas regulares
são realizados projetos complementares, como seminários, oficinas, simulados e orientação vocacional. 
Fontes: Ascom/Secretaria da Educação do Estado 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

PUEBLOS INDÍGENAS EN LUCHA POR EDUCACIÓN PROPIA

UNA DÉCADA DE LUCHA POR EL DERECHO A LA EDUCACIÓN PROPIA DE LOS PUEBLOS INDÍGENAS


Viernes, 01 de Agosto de 2014



FechaMartes 5 de agosto de 2014.
Lugar: Aula Magna de la Universidad Católica de Asunción
Hora de inicio:19:00hs.

El documento describe y analiza el recorrido de los miembros del Grupo de Seguimiento a la EducaciónIndígena (GSEI) desde su creación en julio del año 2003.
El GSEI, ha desarrollado un papel preponderante, en la búsqueda y consolidación de propuestas hacia unaEducación Escolar Indígena que responda a las particularidades lingüísticas y culturales de los diversos Pueblos Indígenas que habitan en el Paraguay.

Para ello ha sido muy importante contar con un marco legal, que asegure el derecho a la educación escolar indígena,  hacer seguimiento para su promulgación, concretada a través de la Ley 3.231/07 que “Crea la Dirección General de Educación Escolar Indígena” y su posterior Reglamentación víaDecreto Presidencial N° 8.234/11.

El GSEI, mediante estrategias de fortalecimiento interno, ha logrado en un proceso gradual de capacitación  política, técnica y  legal impulsar el protagonismo de las comunidades y organizacionesindígenas en el ámbito de la escolarización, así también ha demostrado la capacidad de trabajo en redes, con las comunidades y organizaciones indígenas, con instituciones estatales y de la sociedad civil.

Se destaca el trabajo y acompañamiento continuo de la CONAPI, que desde el inicio vienedesarrollando su rol de “aliada” de los objetivos y la causa del GSEI.

Actualmente  ha tomado más protagonismo y empoderamiento en su rol de velar y contribuir en el cumplimiento y ejercicio de los derechos de los Pueblos Indígenas a una educación especifica y diferenciada garantizada por la Constitución Nacional, el Convenio 169 de  la OIT y otras leyes,
generando e incidiendo en políticas públicas educativas acordes al marco legal vigente.
Voceros Oficiales: Equipo Coordinador del GSEI
Simón Oviedo: 0984 - 614 - 170
Juan Servín: 0984 – 626 - 012
María Concepción Flores: 0986 – 230 – 980

Actividad  a ser realizada con el apoyo de UNICEF y CONAPI.


Disponível em:
Acesso em: 07.01.2019.


El Buen Vivir desde los Guaraní del Paraguay para la Todo el Mundo

Por el retorno al Buen Vivir

Jueves, 01 de Enero de 2015

Desde hace un año la CONAPI, está estudiando, asimilando, profundizando  y trabajando con la propuesta alternativa del Buen Vivir.

Esta utopía milenaria de convivencia, que ofrecen hoy los pueblos indígenas es una oferta que salió de su corazón solidario y generoso. ¿No se trata de algo ajeno y atrasado a la cultura occidentalizada? El sociólogo portugués Boaventura de Souza afirma que es para todas las culturas algo que puede salvar nuestro planeta. Desde esta convicción plenamente compartida, se presenta con este número de DIM, un amplio dossier de esta propuesta del Buen Vivir.

Frente al cambio de épocas y con sus nuevas condiciones de vida, “hoy emerge vigorosa, fuerte, traslúcida la voz de los pueblos indígenas originarios”.

El llamado del Buen Vivir, impulsa a reconstituir la vitalidad y reconstruir la identidad, tradiciones y saberes ancestrales en todas las dimensiones: en lo filosófico, político, lo económico, lo social, lo ético, lo ecológico y lo espiritual; no se puede separar nítidamente las fronteras ya que solamente en la interrelación entre todas las formas de existencia tiene vida. La preocupación principal es construir y permanentemente reconstruir la Armonía y el Equilibrio en y con la Madre Tierra y con sus ciclos de ordenamiento y reordenamiento de la vida. Según la sabiduría indígena todo está interconectado, interrelacionado e interdependiente, respetando y valorando la diversidad; sabiduría ancestral que hoy da el norte y el horizonte en el caminar por “la senda sagrada del corazón.

Aquí se deja hablar a los propios indígenas y algunos de sus aliados, a fin de que esta propuesta del Buen Vivir ayude a repensar la “cosmovisión” antropocéntrica de la realidad occidental en busca de una nueva forma de convivencia alternativa, especialmente para reaprender quées el verdadero “desarrollo”.
NOVIEMBRE DEL 2010.

Disponível em: http://www.conapi.org.py/interna.php?id=151
Acesso em: 07.01.2019


Movilización por los derechos de los indígenas urbanos en Paraguay

Descripcion:

La movilización de los pueblos indígenas de las zonas urbanas realizada hoy 19 de abril 2017 a las 08:00  hs y la concentración fue en la plaza Italia de Asunción.
El objetivo de la marcha es exigir al Estado Paraguayo (Poder Ejecutivo, Poder Legislativo, Poder Judicial, Gobernaciones y municipios) el cumplimiento de los compromisos asumidos con los Pueblos Indígenas de las comunidades y Clanes Urbanas  y asegurar su participación efectiva en las políticas públicas.

La marcha tuvo las siguientes reivindicaciones

1.      Exteriorizar públicamente un manifiesto de la Organización de los pueblos indígenas de las zonas urbanas ante las autoridades nacionales y la opinión pública, reivindicando los derechos de los Pueblos Indígenas en el campo y en la ciudad consagrados en la Constitución Nacional y demás convenios y tratados internacionales.
2.      Exigimos mil viviendas con todos los servicios básicos a la SENAVITAT, para los Indígenas  que viven zonas urbanas, como derecho básico y fundamental de acceder a una vivienda digna
3.      Exigimos al INDI, el aseguramiento de  tierras, el reconocimiento de líderes y lideresas solicitados por los miembros de las comunidades y clanes indígenas de contextos Urbanos. Derecho a las documentaciones (carnet, cédula de Identidad, certificado de nacimiento) respetando el lugar de nacimiento de los niños indígenas que nacen en contextos urbanos. Becas para estudiantes indígenas que viven en contextos urbanos. Así también, exigimos la implementación de Proyectos de Desarrollo para los indígenas de las Zonas Urbanas.
4.      Exigimos a la Dirección de Educación Escolar Indígena acompañar el apoyo a becas estudiantiles para los jóvenes que se gestione desde la dirección y si están a su cargo que se cumpla como tal y no termine en negociado. Además instalar en las comunidades urbanas del departamento central escuelas con profesores Indígena. Exigimos también el buen desempeño de la supervisión de la zona central
5.      Exigimos al Ministerio de Educación y Cultura que  ningún/a niño/a indígenas  que viven en la zonas urbanas  sean privadas de su derecho de acceder a una educación escolar básica e integral.
6.      Exigimos a la Secretaria de Acción Social que incluya dentro de los Programas Sociales (Tekoporã, Adultos Mayores, Tenonderã y otros) a los Pueblos Indígenas que viven en contextos urbanos.
7.      Exigimos  al Ministerio de Salud Pública y Bienestar Social el cumplimiento de la Ley N°5.469 de Salud Indígena y que el móvil de salud llegue a las comunidades.
8.      Repudiamos todas las formas de discriminación, desalojos y atropello a las comunidades, exigimos el cese del uso de los agro-tóxicos cerca de las comunidades y el cumplimiento de la ley ambiental especialmente a los sojeros que fumigan sus plantaciones causando daños irreparables a la comunidad y a todas la sociedad. Consideramos que esta es la persecución más directa a los indígenas y la causa directa de las migraciones a la ciudad.
La marcha concluyó con una reunión con el presidente del INDI, Aldo Saldívar.

Disponível em: http://www.conapi.org.py/documentos.php
Acesso em: 07.01.2019

Construyendo la educación intercultural indígena: : Una propuesta para formación docente

Lanzamiento del libro...


Viernes, 23 de Junio de 2017


Invitamos al lanzamiento del libro “Construyendo la educación intercultural indígena: Una propuesta para formación docente”. De Henryk Gaska y Marilín Rehnfeldt (coords.) El acto se realizará el día miércoles 28 de junio las 9:00 horas en el Aula Magna de la Universidad Católica de Asunción (Independencia Nacional y Comuneros).   
El libro es fruto del Primer Diplomado en Educación Intercultural para Docentes Indígenas organizado por el Centro de Estudios Antropológicos de la Universidad Católica y apoyado por Unicef, la Conferencia Episcopal Italiana y la Coordinación Nacional de Pastoral Indígena. Esta actividad se realizará en el marco del décimo aniversario de la Promulgación de la Ley N° 3231/07 que crea la “Dirección General de Educación Escolar Indígena”
A tono con el creciente reconocimiento de la diversidad cultural del Paraguay, en el año 2007 se aprobó la Ley  3231/07  “Que Crea la Dirección General de Educación Escolar Indígena”. Esta Ley  reconoce la existencia del sistema de educación indígena como componente de la organización social, política, religiosa y los valores de cada pueblo y garantiza  el acceso de niños,  jóvenes y adultos a una educación inicial, escolar básica y media, utilizando sus lenguas y pedagogías propias. Esto supone  importantes desafíos, entre ellos la formación docentes interculturales.  La Universidad Católica Nuestra “Señora de la Asunción” a través del Centro de estudios Antropológicos, asumió  este desafío organizando el primer curso diplomado en Educación Indígena e intercultural.
El principal objetivo fue profundizar la formación de maestros y maestras indígenas, rescatando, valorizando y compartiendo  la sabiduría indígena y el conocimiento de diferentes culturas del país, junto al aporte de las ciencias sociales y la metodología de la investigación social, con miras a mejorar de manera sostenida la calidad educativa, de los niños, niñas y jóvenes indígenas.

             Programa:
Aperturaa P. Dr. Nilo Zárate, Director del CEADUC
Palabrasen representación de los Diplomados a cargo de:
·Paulina Gladys Figueredo (Nivacle)
·Germán Ayala (Mbya Guaraní)
·Zulma Franco (Ybytoso)
Presentación del libro a cargo de la Mag. Marilín Rehnfeldt, Directora Académica del Curso.
Palabras de la Representante de UNICEF-Paraguay, Sra. Regina Castillo

Más información: CEADUC  - Tel. 441 044 - int. 252    *     CONAPI – Tel. 443-752 
P. Nilo Zárate 0972 513 000   *   P. Enrique Gaska  0983 528 033

Disponível em: http://www.conapi.org.py/interna.php?id=376
Acesso em: 07.01.2019.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Educação a Distância e a Formação de Professores: Pesquisas, Experiências, Relatos




O período compreendido entre 2007 e 2015 foi áureo de investimentos feitos pelo governo federal na formação de professores por meio da Educação a Distância no Brasil. Pedagogia e Educação a distância e a formação de professores: pesquisa, experiências e relatos, como o próprio título diz, traz relatos de pesquisa e de experiências desenvolvidas nesse período, durante a formação de professores no curso de Pedagogia do Centro de Educação Aberta e a Distância da Universidade Federal de Ouro Preto, em parceria com a Universidade Aberta do Brasil.
A primeira parte do livro é composta por três textos de professores que trazem reflexões embasadas pela pesquisa cujo apanhado de dados é apresentado no primeiro capítulo. Esses trabalhos discutem dados do perfil do aluno de Pedagogia da EaD do CEAD/UFOP (UAB), tecendo um retrato muito revelador desse público.
A segunda parte da obra traz quatro textos escritos por profissionais que orientaram trabalhos conclusivos de curso desses alunos nos temas mais frequentemente escolhidos por eles. Em pesquisas e narrativas de suas experiências, eles revelam métodos, particularidades do processo e das condições de trabalho, sabores e dissabores. Ali, transparecem o ensino e a aprendizagem durante o processo de escrita de um artigo, quando os alunos já estão em seu último período de formação no curso. Em suas expertises, cada autor dessa parte do livro contribui com discussões que envolvem tanto a (sua própria) docência superior quanto a docência dos alunos relatada nos trabalhos de TCC.
Fechando a obra, na terceira parte, com textos de valiosíssima subjetividade, estão três memoriais de atores fundamentais nesse processo: dois deles são escritos por alunos – hoje, egressos do curso – e o outro por uma das tutoras do curso.
O fio condutor evidencia-se do começo ao fim do livro: os protagonistas do início – em que eles são apresentados em números – ao fim – em que eles se apresentam pessoalmente – são os alunos, pois são deles as vidas que são tocadas e modificadas pela oportunidade e pela luta que significa fazer uma graduação, em especial nas condições que eles têm para isso. Aos professores, autores e pesquisadores, coube, nesta obra, revelá-los de diferentes formas nessa trajetória de formação, enquanto repensam suas práticas.
Disponível em: https://www.editoraappris.com.br/produto/2481-educao-a-distncia-e-a-formao-de-professores-pesquisas-experincias-relatos
Acesso em: 20.11.2018.